Enquanto as coisas não mudam, a gente volta a estudar as coisas que fazemos no cotidiano. Continuando minha caminhada para AI, mas agora dando uns passos paralelos em Interface Web. Resolvi dedicar um pouco do tempo em CSS 3, HTML 5 e aprender direito JQuery e YUI (dois frameworks JScript bem importantes para o mercado).
Atualmente estou trabalhando com praticamente desenvolvimento de XHTML+CSS, mas logo mais pretendo dar meus passinhos novamente na área de AI e usabilidade, porque eu acho que é esse o meu caminho mesmo e não tem mais volta. Vamos resolver um problema de cada vez, no momento, o importante é fazer as coisas funcionarem e depois pensar nas melhoraras.
Estou produzindo um guide de “10 motivos para você se preocupar com o código de seu site”, mas acho que vou produzir vários artigos do gênero e publicar por aqui.
E na área de arte, tenho algumas coisas novas lá no meu DeviantArt, deêm uma olhada.
É isso, abraço.
Escrito por Fernando ,
Qua, 04 de Novembro de 2009 17:00
Um dos jobs que está entrando no ar por essas semanas. Só pra documentar um wireframe em papel. Praticamente, nesse projeto, envolvi-me só com a AI e wireframes, depois que o XHTML+CSS caiu na minha mão já estava envolvido demais com o Click21 (relatos sobre ele em breve).
Gosto muito da idéia de antes de colocar a mão na massa desenhar todas as telas, rabiscar as interações e produzir. Pena que não exerço isso em fulltime, porque é uma terapia e o trabalho sai direito.
Você analisa as possibilidades antes da produção, discute o melhor posicionamento das coisas (nem que seja com você mesmo) e já adianta uma análise heurística que custaria tempo – no final, você teria que redesenhar todo o projeto no Visio ou no Axure.
Realmente, ter feito eletrônica, desenhado os mapas para D&D e fazer os mapas todos das dungeons de Phantasy Star serviu pra alguma coisa, adoro papel quadriculado! :) Vida nerd, amo você!
Confesso que não vivo sem isso. Só preciso praticar mais, afinal, mexer com protótipo de papel é praticamente artesanato, mas é bom demais.
Escrito por Fernando ,
Ter, 15 de Setembro de 2009 12:15
Última atualização ( Ter, 15 de Setembro de 2009 12:29 )
Publicaram no iMasters uma campanha para que as pessoas incentivem a migração para navegadores mais novos, especificamente tratando o IE 6.
Pessoalmente discordo desse tipo de ação. Por quê? Porque isso não tem nada com o usuário de Internet, ele não deve ser responsabilizado por isso - principalmente porque tem muita gente que nem sabe os motivos para se atualizar seus browsers e uma outra parcela que não tem computador que suporte essa atualização (ou vocês acham mesmo que todo mundo tem um Windows XP instalado em seu AMD de 1k2 GB de processamento?).
Escrito por Fernando "Poe" Bellentani ,
Seg, 12 de Janeiro de 2009 18:01
Última atualização ( Seg, 12 de Janeiro de 2009 18:23 )
Estou decidido. Resolvi de vez me dedicar de verdade a acessibilidade e usabilidade para Internet. Cansei de ficar codando e ver o quanto as pessoas gastam dinheiro/esforço em coisas que não são de fato aproveitáveis pelo resto da humanidade – lixo que precisará ser refeito em um futuro (mas o sites são, na maioria, feitos pro agora).
Claro que meu objetivo não é aplicar isso ao mundo infinito de spam e newsletters vazias que rodam a Internet, mas a conteúdo relevante às pessoas. Existem iniciativas legais no Brasil e muita gente competente, mas pouca divulgação ou trabalho sério na área.
O mundo acadêmico produz algumas coisas MUITO legais também, agora é pensar em como juntar isso tudo de verdade em um lugar onde possa ser aproveitado e pensar como vamos fazer isso valer.
Acessibilidade é fácil quando você aprende o que é usabilidade. E como eu sempre digo, não é só “legal”, mas economiza dinheiro.
Vou parar para pensar durante uns dias, mas vai ser o projeto que vou me dedicar. Isso vai mudar o meu site pessoal, vai mudar o meu foco de trabalho e também o que eu espero para o futuro.
Isso não significa que vou abandonar o meu emprego e o que eu faço, mas significa que vou gastar a maioria do tempo estudando como tornar todas as coisas "usáveis" de verdade, vou aprender Flash direito e outras coisas que o pessoal costuma usar pra "fazer burrada" e criar obstrução na navegação.
Acho que temos que fazer o que acreditamos certo, melhor é juntar o que você faz pra ganhar a vida com o que é certo.
A primeira coisa a fazer é “voltar a estudar” e armar uma pós na área.
Acho que devo entrar em contato com o pessoal do Acessibilidade Brasil.
Escrito por Fernando ,
Seg, 03 de Agosto de 2009 16:23
Trabalhei um bom tempo com o site da Prefeitura da Cidade de São Paulo (de 08/2004 até 01/2009) e nesses anos passamos por várias experiências interessantes. Desde a implementação de um novo modelo de política de e-Gov até reformulações estruturais criadas pela demanda de adequação dos conteúdos à realidade do cidadão paulistano.
Desde que comecei já trabalhavamos com conceitos bem próximos a febre do webstandard (os padrões ditados pelo W3C), mas nunca haviamos conseguido andar com relação a isso. Fico feliz em ver que demos alguns passos nesse período a caminho de uma estrutura onde a usabilidade e a acessibilidade sejam levadas em consideração.
Minha ultima atuação foi na PLANIN.com, onde trabalhei com produtos Embratel e também com a revitalização do Click21. Gostei bastante do dinamismo da comunicação e de acompanhar a evolução dos profissionais com quem trabalho.
Escrito por Fernando ,
Sex, 19 de Setembro de 2008 19:17
Última atualização ( Ter, 27 de Outubro de 2009 17:23 )
Resolvi colocar um apanhado de argumentos para que você tenha uns trunfos para aquela conversa com o seu chefe ou cliente na hora de falar sobre acessibilidade.
Esta é uma série de 3 artigos que explica pra você o significado dessa essa palavrinha chata (buzzword, se preferir) que o pessoal fica repetindo ao vento por aí.
Se você não tem idéia do que isso significa, então vou te economizar algumas horas procurando material na Internet.
Todos precisamos de algum escape e por muito tempo o meu foi só escrever. Meu hobbie era unicamente escrever poesia e prosa, antes de me jogar de cabeça no estudo de usabilidade, AI, acessibilidade e afins. Hoje escrevo muito menos, mas ainda guardo um tempinho para lapidar as palavras - normalmente são trabalhos técnicos e o que sai de texto mais artístico é escondido (hoje tenho menos coragem que antes, então é um problema mostrar os meus rabiscos.
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